Esse pretende ser um espaço para registrar todos os desesperos, agonias e conquistas de uma família baiana em busca do sonho gelado que é viver bem lá em cima do hemisfério norte.
Hoje foi divulgado que Calgary foi eleita a melhor cidade para se viver e
para criar filhos no Canadá em 2013. A matéria com o título "Calgary ranked top Canadian city in which to live" informa que a cidade foi avaliada junto com outras 200 em todo o Canadá.
Segundo a MoneySense magazine, a avaliação levou em consideração uma série de fatores que pudessem expressar, o que a revista de chamou de "qualidadede vida global". Entre eles estavam:
Emprego e renda - Ainda segundo a revista, a satisfaçãoda maioria das pessoasem uma cidade émaiorquando se têm emprego ealtos saláriose além possibilidade de se obterum novo emprego, seassim o desejarem;
Habitação - Foi dadaaltas pontuaçõespara as cidades ondeos preços dos imóveissão acessíveisquando comparadoscom os salárioslocais.O tempopara se adquirir seu imóvel também foi considerado;
Clima - A quatidade de dias de sol, sem precipitação e com temperaturas acima de zero;
Criminalidade - E crimiladidade aqui é piada comparado aos índices registrados no Brasil;
Assistência Médica - Foi observado o acessoa bons hospitaise o números de profissionais de saúde com relação a população;
Atividades culturais e esportivas - A participação em atividadesculturaisacrescenta riquezapara as nossas vidas, portanto, a revista considerou esta questão dando pontos paracomunidadescom elevado número depessoas que trabalhamnas artesou esportes. Também foram consideradas questões como número de salas de cinemas e teatros - proporcional à população;
Acesso a aeroporto;
Impostos - Há diferença na carga tributária de cada provincia e, todo brasileiro sabe muito bem o quanto os impostos impactam na orçamento pessoal e, consequentemente, na qualidade de vida.
Se quiser saber de todos os fatores envolvidos na avaliação ou saber mais sobre o assunto, leia direto no site da revista.
Vejam abaixo alguns rankings que foram divulgados pela MoneySense:
Acho que muita gente já leu essa reportagem que vou postar aqui, tirada na íntegra daqui: www.revistavidabrasil.com.br., que fala exatamente o que está dito no título desta postagem - Salvador, juntamente com Maceió, é uma das piores capitais brasileiras para se viver. Eu, pessoalmente, tinha escutado uma matéria na rádio que dizia exatamente o que está escrito nas linha abaixos. Ou seja: a qualidade de vida piorou sim, e muito, para os baianos. Como se trata de uma pesquisa de percepção, e não está diretamente embasada em índices (saúde, violência, trânsito...), me dá uma certa tristeza tranquilidade saber que a insatisfação não é só minha: os baianos, mais especificamente os soteropolitanos estão, sim, se queixando da vida que levam. Mas, tristeza maior é não encontrar eco no poder público. Prefeito, cadê você??
Quem tiver tempo (e interesse) vale a pena dar uma lida na matéria. E, se chegar até o final, entenderá com perfeição o que nos leva a querer viver no Canadá, o quarto país mais seguro do mundo para se viver!!
"Nossa pesquisa foi feita em
conjunto com outros quatro países – Portugal, Espanha, Bélgica e Itália. O
objetivo foi comparar a qualidade de vida em diferentes capitais, da forma como
o assunto é percebido por seus habitantes. Enviamos por e-mail um questionário
para brasileiros de ambos os sexos, com idades entre 18 e 74 anos. Obtivemos,
ao todo, 2.202 respostas. A maior parcela dos participantes é composta por
homens, com idades entre 35 e 54 anos, casados, com alto índice de
escolaridade.
As entrevistas para a pesquisa foram realizadas
entre setembro e novembro de 2011, com pessoas de classe média. Salvador,( foto
de abertura) uma das mais belas cidades ficou entre as com pior qualidade
de vida. Curitiba e Vitória( foto) são as melhores!
Curitiba está entre as melhores
capitais para se viver.
A forma como uma pessoa percebe a cidade onde
habita é fundamental para determinar se o local oferece – ou não – qualidade de
vida. Essa é a conclusão do nosso estudo mais recente sobre o assunto,
realizado entre brasileiros de ambos os sexos, residentes em 21 capitais. Os
resultados da pesquisa mostram que emprego, segurança, habitação, educação, saúde
e mobilidade estão entre os aspectos que mais influenciam a qualidade de vida
em uma cidade, de acordo com os participantes.
Com exceção de Natal, grande
parte dos moradores das outras 20 capitais brasileiras demonstrou vontade de
viver em uma cidade menor ou, até mesmo, em uma região rural. Isso demonstra
que, para muita gente, a vida no campo pode significar uma possibilidade de
fuga do estresse – e, consequentemente, de aumento da qualidade de vida, já que
em uma cidade menor, em tese, há mais facilidade nos deslocamentos e menos
violência, por exemplo.
Somente em duas capitais do nosso
estudo, a maioria dos entrevistados relatou não possuir casa própria.
Entretanto, para os moradores de apenas sete capitais (sendo quatro da região
Nordeste), a habitação representa o aspecto que mais influencia positivamente
na qualidade de vida. Ainda em relação à habitação, os participantes da
pesquisa avaliaram oito características. Entre elas, o número de quartos e a
temperatura no verão são as que menos agradam. Por outro lado, os fatores que
mais satisfazem os entrevistados são tamanho da residência e iluminação natural.
“Eles também se queixaram da dificuldade de circular com seus veículos
e, ainda, de encontrar uma vaga de estacionamento – até nos fins de semana a
tarefa é difícil em Brasília, Salvador e São Luís.”
Quanto aos
problemas que os entrevistados percebem em sua vizinhança, os quesitos barulho,
segurança nas ruas e vandalismo obtiveram as menores médias e chamaram a
atenção dos entrevistados. Para os participantes da pesquisa, as melhores
capitais no quesito habitação são Vitória, Aracaju, Goiânia, Florianópolis,
Natal e Campo Grande.
Os aspectos relacionados à saúde, na opinião dos entrevistados, são os
que mais influenciam -negativamente – a qualidade de vida em nove capitais. Em
11 capitais, mais da metade dos entrevistados afirmou que, apesar de ter
necessidade de ir a um médico, não vai. E o principal motivo é a demora no
atendimento, sobretudo para 83% dos entrevistados de Aracaju. Para os moradores
de Brasília, a dificuldade de transporte até os locais de atendimento também é
um fator agravante.
Embora os entrevistados tenham facilidade para encontrar um clínico
geral e fazer os exames, a qualidade dos hospitais públicos deixa a desejar. De
modo geral, a satisfação dos entrevistados com a qualidade dos serviços de
saúde em suas cidades é baixa. As três capitais com melhor pontuação – Vitória
(66), Curitiba (60) e Recife (59) – alcançaram notas consideradas baixas.
Os aspectos
relacionados à educação são mais animadores. Todos os entrevistados de
Goiânia e Campo Grande afirmaram que os filhos tiveram a oportunidade de
estudar o que desejavam em sua própria cidade. E as outras cidades, exceto
Vitória, conseguiram índices acima de 70%, com destaque para Cuiabá (95%), João
Pessoa (97%) e Fortaleza (99%). Na avaliação geral, São Luís (com nota 45) e
Maceió (com nota 39) obtiveram as piores avaliações.
A mobilidade foi um dos aspectos
mais criticados pelos participantes do nosso estudo, e apenas Curitiba, Vitória
e Campo Grande obtiveram notas aceitáveis – embora baixas. Quando os
entrevistados foram questionados sobre a satisfação quanto aos horários, apenas
sete capitais (um terço das cidades analisadas) conseguiram média acima de 5
nesse quesito. Esse número cai para cinco capitais quando o assunto é a
frequência. Em relação à segurança dos transportes, apenas Florianópolis
conseguiu alcançar média 5. Quanto ao preço, Fortaleza e Vitória são as
cidades que apresentam as tarifas mais baixas. E quando o assunto foi conforto,
todas elas foram criticadas por seus habitantes. A dificuldade de circulação
foi muito criticada, já que os entrevistados reclamaram da falta de calçadas.
Eles também se queixaram da dificuldade de circular com seus veículos e, ainda,
de encontrar uma vaga de estacionamento – até nos fins de semana a tarefa é
difícil em Brasília, Salvador e São Luís.
Os entrevistados de Belém, Belo Horizonte, João Pessoa, Manaus e Porto Alegre
fizeram com que essas cidades apresentassem um percentual maior de pessoas que
se consideram desempregadas (sem emprego fixo). Natal e Aracaju são as cidades
que concentram o maior número de pessoas profissionalmente ativas. E Maceió e
Florianópolis, o maior número de aposentados. De modo geral, os participantes
das 21 capitais relataram gastar muito tempo no deslocamento de suas casas para
os locais de trabalho e, também, grande dificuldade para encontrar um emprego.
Em cinco capitais (Cuiabá, Recife, Belém, Salvador e Maceió), a segurança é
motivo de preocupação. Para esses entrevistados, a violência se faz cada vez
mais presente, principalmente na forma de assaltos, homicídios, tráfico e uso
de drogas, interferindo de forma negativa na qualidade de vida."
A EVOLUÇÃO DE SEIS CAPITAIS
Veja no mapa
a evolução da qualidade de vida de seis capitais nos últimos cinco anos, de
acordo com a avaliação de seus habitantes:
MANAUS,
CAMPO GRANDE, SALVADOR, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO E
CURITIBA.
Confesso que uma das coisa que mais penso quando visualizo meu estilo de vida canadense são as múltiplas tarefas a serem desempenhadas por uma mãe/dona de casa/ profissional, sem qualquer HELP de ninguém. Isso me tira o sono. Isso me é perguntado constantemente por todos interessados em mim (ou em ter distância de mim, vai saber). PUTZ!! Não que aqui não façamos de tudo e mais um pouco, incluíndo nos múltiplos papéis o de motorista de filho, é claro. Mas, gentém, convenhamos que um HELP é tudo na vida de um ser humano, né?
Vivo cansaada, acabada, destruída...(Aninha, lembrei de vc!) Embora não tenha nem mãe nem sogra para me ajudar (por enquanto, né, mammys? Volta logo de Portugal, volta...), conto com Nete, minha fiel escudeira, pau pra toda obra.
E mesmo assim vivo acabada. Com filho que cismou que é passarinho e que deve acordar em torno das 4:30 da matina, adepta, por livre e espontânea pressão à cama bicompartilhada, com duas crianças suuuuupeer espaçosas que mais parecem bumerangue no vai e volta noturno, acordo com tico e teco em greve! E olhe que não faço comida, não lavo roupa, não limpo casa!
Por isso, pergunto por aí a quem ousar me responder: como dar conta de tudo? O que dá menos trabalho nesse hemisfério norte?? São as crianças que adquirem um chip canadense, ou um botão on/off e, de fato, resolvem poupar os seus pais?? É a indústria de alimentos que nos vende produtos prontos, ou saladitas lavadas, cortadas, prontas para servir? É o frio que não nos deixa abrir as janelas da casa, não acumulando poeira para ser varrida? A maravilhosa máquina de lavar louça ou uma moderníssima máquina de secar roupa?
Uma coisa eu sei: estou em uma busca incessante, nas lojas de produtos importados, pelo tal do chip. Acho que não custava nada testar desde logo esse aparelhinho, néam? Afinal, o prévio conhecimento desta tecnologia pode evitar possíveis efeitos colaterais... e me ajudaria pacas nestes próximos meses de terra brasilis!!!
Mas se a resposta for que as crianças hibernam no frio, tal qual os ursos polares, o problema esta resolvido!! Teria bons (e longos) meses de sossego. Acho que é isso!!! Ufa, nada como divagar 'em voz alta'
Queridos filhos, simplesmente aaaadooorooo ficar com vocês, mas não precisa ser de madrugada, né? Caça ao chip canadense já!